PETRIST NO ENTREVISTANDO: CAPITÃO FALA SOBRE SUA CARREIRA, VIDA PESSOAL E MUITO MAIS!
Confira abaixo a entrevista completa com o Capitão:
Mais uma semana se passou e o Entrevistando Oficial está de volta! E desta vez temos um novo convidado especial para nosso quadro da Coluna Jornada. Confira abaixo a entrevista completa com o convidado da semana: Capitão Petrist.
- Capitão Petrist, essa é sua primeira passagem no Exército Brasileiro? Como você avalia a sua jornada até onde se encontra atualmente?
Não, já tive outra passagem no Exército Brasileiro em 2014, aonde cheguei ao posto de 3° Sargento, na época eu era muito novo e não levava tão a sério como levo hoje, e acabei por me demitir. Em relação a segunda pergunta, considero sem sombra de dúvidas minha melhor passagem no Exército, no qual cheguei em uma patente que eu não tinha expectativa de chegar e isso graças a todo mundo que me apoiou até aqui.
– Já fez parte de alguma instituição policial/militar além da nossa instituição?
Sim, já fui Oficial de outra instituição, o que querendo ou não me deu um pouco de suporte e base para toda minha carreira aqui no Exército, porém a experiência que tive lá nem se compara com o que o Exército Brasileiro me proporciona, toda organização, amigos, etc. O Exército Brasileiro é com certeza a melhor instituição do habbo.
– Falando um pouco sobre o Grupo “Supervisores”, sendo que é um dos responsáveis. Na sua opinião, qual a importância do mesmo para o Exército?
Os Supervisores tem uma função muito grande aqui dentro do Exército, que é a do diálogo. Por exemplo, tem o POS que explica sobre a instituição e incentiva Soldados que estão iniciando a carreira aqui no Exército a se manterem firmes aqui.
- Capitão, você alcançou uma patente onde aposentadoria já é uma realidade. A mesma faz parte dos seus planos para um futuro próximo ou você acha que ainda pode aprender e crescer muito mais no Exército Brasileiro?
Meu objetivo depois que entrei no CDO sempre foi chegar até o Alto Comando, não vejo a aposentadoria como um caminho caso eu me torne Major, a não ser que problemas externos ou internos influenciem nessa decisão. Obviamente tenho muito o que aprender e melhorar aqui dentro do Exército, justamente por isso tenho minha opinião sobre a aposentadoria, se algum dia eu chegar ao ponto em que o Exército não tenha nada mais para me oferecer, o que já deixo claro que é muito difícil, creio que esse será o dia para parar, enquanto isso espero me manter firme aqui.
- Imaginou que fosse chegar até onde está hoje?
Não. Ao entrar no Exército minha expectativa sobre a instituição era nula, tanto que o Gabisinho mesmo disse em minha convocação para EsPCEx que para ele "Eu só estava para brincadeira ali", o que até uma certa patente era verdade, mas depois de 2° Sargento eu comecei a levar mais a sério tudo. Em relação a entrar no CDO, quando a EsPCEx começou eu via os meus companheiros de acadêmia e percebia o quão superiores eles eram, eu era o segundo mais novo do pessoal ali, todos tinham mais experiência em todos os quesitos, porém ao decorrer da EsPCEx pude ir percebendo que o que faltava em mim era mais dedicação e calma, calma para avaliar melhor as situações e tomar as decisões corretas, não ceder a pressão e manter a cabeça no lugar. Na AMAN para mim foi quando fiquei mais parelho aos demais, e pude acompanhar meus colegas.
- Cite três coisas que mais gosta em você.
A calma, facilidade em fazer amigos e saber utilizar bem o pouco tempo que tenho para realizar minhas funções.
- Falando um pouco sobre seu lado pessoal, como você concilia sua vida pessoal com o Habbo?
Alguns sabem que eu estudo em período integral, tenho só a noite para me dedicar ao Exército, porém também só tenho a noite para ficar com a minha família e sair com meus amigos. É pouco tempo e tenho que saber aproveitar bem cada momento, saber conciliar tudo isso com certeza foi um dos principais pontos que me permitiram chegar aqui.
- Nós do Entrevistando agradecemos sua participação. Qual seu conselho para aqueles que querem entrar no Corpo de Oficiais?
Como eu disse ali em cima, manter a calma, concentração e espantar o nervosismo principalmente. Saibam lidar com a pressão, ser comunicativos e prestarem atenção em tudo que é passado para vocês, tanto por Oficiais como por Praças, saber ouvir e entender o conselho é muito importante, e mais importante ainda é saber aplicar tudo isso no dia-a-dia. Além de apresentar um bom trabalho, manter o desempenho em relação as funções é primordial, não adianta chegar na EsPCEx/AMAN e achar que para passar basta ir bem nas atividades e na prova, não se iludam.
E você, caro leitor? O que achou da entrevista? Tem alguém em especial que você gostaria de ver no entrevistando? Deixe sua opinião que iremos atendê-lo!


Brabo
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